quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
JAWS PADDLE SESSION
Bocão no twitter:
@rbocao
Já escutou aquela história de que o terror absoluto de um surfista de ondas grandes é tomar duas ondas seguidas na cabeça ?
@rbocaoOu seja, uma onda enorme pega o cara, o mantém debaixo d'água lá no fundo (tudo escuro) e antes dele subir, vem outra e passa por cima.
@rbocao
Pois é, tem uma situação muito parecida, igualmente aterrorizadora: vc cai, a onda te engole, vc toma um caldo animal, e finalmente...
@rbocao
...quando vc consegue subir para tomar ar, mal vc tira a cabeça da água e abre a boca, vem outra montanha de água passando por cima de vc.
@rbocao
Dá uma olhada nesse video e se imagine na situação do Danilo Couto tentando domar Jaws na remada.
@rbocao
Já escutou aquela história de que o terror absoluto de um surfista de ondas grandes é tomar duas ondas seguidas na cabeça ?
@rbocaoOu seja, uma onda enorme pega o cara, o mantém debaixo d'água lá no fundo (tudo escuro) e antes dele subir, vem outra e passa por cima.
@rbocao
Pois é, tem uma situação muito parecida, igualmente aterrorizadora: vc cai, a onda te engole, vc toma um caldo animal, e finalmente...
@rbocao
...quando vc consegue subir para tomar ar, mal vc tira a cabeça da água e abre a boca, vem outra montanha de água passando por cima de vc.
@rbocao
Dá uma olhada nesse video e se imagine na situação do Danilo Couto tentando domar Jaws na remada.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Hawaii Euroforce 2009
Bad English
Super High production.
Super High production.
Hawaii Euroforce 2009 Webserie Episode 10 Part 1 from Vincent Kardasik on Vimeo.
Hawaii Euroforce 2009 Webserie Episode 10 Part 2 from Vincent Kardasik on Vimeo.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
RINCON MY QUEEN.
Rincon num dia surper fun.
E Rincon num dia no fun at all. Na real só pra quem é casca grossa.
E Rincon num dia no fun at all. Na real só pra quem é casca grossa.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
KITE SURF PIER JUMPS ATLÂNTIDA RS BRASIL
Saltaram a platô de atlântida de kite.
Agora a galera das pipa começou a me impressionar de verdade.
Agora a galera das pipa começou a me impressionar de verdade.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
HARDCORE DOS BONS
Casa do Gaúcho, Porto Alegre, Brasil.
Nada mais nada menos do que FACE TO FACE tocando o clássico Walk the Walk.
Filmagem do meu amigo Pirlo e sua trupe.
Show pra entrar pra história.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
...4:20...(16)
Após twittar resolvi postar.....
Neil Young, o cara do soul, folk, rock, country, surfmusic..... Ele inspira.
Down By the River em 69.
Enjoy!
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
JAWS WIPEOUT
Nunca mais reclame quando tomar uma série de 1.5m na cabeça.
Tow in action at Jaws 100111. from Rille on Vimeo.
Tow in action at Jaws 100111. from Rille on Vimeo.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
OS GRINGOS NO ROSA!
Os irmãos Hobgood, Bobby Martinez e Dane Reynolds, surfando as mesmas ondas, batendo o carro nos mesmos buracos, e andando pelas mesmas trilhas que nós. IRADO!
Só as manobras que são um pouquinho diferentes. hehe
Só as manobras que são um pouquinho diferentes. hehe
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
OLD IS STILL COOL!
Mais um pouco de soul modern surfing! Um resgate as raízes!
Apreciem!
Valla Saltwater Constructs from Nathan Oldfield on Vimeo.
Apreciem!
SÓ FOTÃO! SOCAL FROM ABOVE!
Altas imagens do sul da costa californiana.
Stunning pics from southern california.
pics by Tom Cozad.
Stunning pics from southern california.
pics by Tom Cozad.
VERANEIO GAUDÉRIO
Texto que recebi por e-mail sobre o verão do gaúcho.
VERANEIO NO RIO GRANDE DO SUL
06/01/2010 por talanotalaveira
Paulo Wainberg
Para conhecimento nacional e reconhecimento regional:
Está chegando o verão e com ele o veraneio, como chamamos aqui no Sul.
Não sei se vocês, de outros Estados, sabem, mas temos o mais fantástico litoral do País: de Torres ao Chuí, uma linha reta, sem enseadas, baias, morros, reentrâncias ou recortes. Nada! Apenas uma linha reta, areia de um lado, o mar do outro. Torres, aliás, é um equívoco geográfico, contrário às nossas raízes farroupilhas e devia estar em Santa Catarina.
Característica nossa, não gostamos de intermediários.
Nosso veraneio consiste em pisar na areia, entrar no mar, sair do mar e pisar na areia. Nada de vistas deslumbrantes, vegetações verdejantes, montanhas e falésias, prainhas paradisíacas e outras frescuras cultivadas aí para cima. O mar gaúcho não é verde, não é azul, não é turquesa.
É marrom!
Cor de barro iodado, é excelente para a saúde e para a pele! E nossas ondas são constantes, nem pequenas nem gigantes, não servem para pegar jacaré ou furar onda. O solo do nosso mar é escorregadio, irregular, rico em buracos. Quem entra nele tem que se garantir.
Não vou falar em inconvenientes como as estradas engarrafadas, balneários hiper-lotados, supermercados abarrotados, falta de produtos, buzinaços de manhã de tarde e de noite, areia fervendo, crianças berrando, ruas esburacadas, tempestades e pele ardendo, porque protetor solar é coisa de fresco e em praia de gaúcho não tem sombra. Nem nos dias de chuva, quase sempre nos fins-de-semana, provocando o alegre, intermitente, reincidente e recorrente coaxar dos sapos e assustadoras revoadas de mariposas.
Dois ventos predominam, em nosso veraneio: o nordeste – também chamado de nordestão – e o sul, cuja origem é a Antártida.
O nordestão é vento com grife e estilo… estilo vendaval.
Chega levantando areia fina que bate em nosso corpo como milhões de mosquitos a nos pinicar. Quem entra no mar, ao sair rapidamente se transforma no – como chamamos com bom-humor – veranista à milanesa. A
propósito, provoca um fenômeno único no universo, fazendo com que o oceano se coloque em posição diagonal à areia: você entra na água bem aqui e quando sai, está a quase um quilômetro para sul. Essa distância é variável, relativa ao tempo que você permanecer dentro da água.
Outra coisa: nosso mar é pra macho!
Água gelada, vai congelando seus pés e termina nos cabelos. Se você prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos próximos quinze minutos sua respiração voltará ao normal: é o tempo que leva para recuperar-se do choque térmico.
Noventa por cento do nosso veraneio é agraciado pelo nordestão que, entre outras coisas, promove uma atividade esportiva praiana, inusitada e exclusiva do Sul: Caça ao guardassol. Guardassol, você sabe, é o antigo guarda-sol, espécie de guarda-chuva de lona, colorida de amarelo, verde, vermelho, cores de verão, enfim, cujo cabo tem uma ponta que você enterra na areia e depois senta embaixo, em pequenas cadeiras de alumínio que não
agüentam seu peso e se enterram na areia.
Chega o nordestão e… lá se vai o guardassol, voando alegremente pela orla e você correndo atrás. Ganha quem consegue pegá-lo antes de ele se cravar na perna de alguém ou desmanchar o castelo de areia que, há três horas, você está construindo com seu filho de cinco anos.
O vento sul, por sua vez, é menos espalhafatoso. Se você for para a praia de sobretudo, cachecol e meias de lã, mal perceberá que ele está soprando. É o vento ideal para se comprar milho verde e deixar a água fervente escorrer em suas mãos, para aquecê-las.
Raramente, mas acontece, somos brindados com o vento leste, aquele que vem diretamente do mar para a terra. Aqui no Sul, chamamos o vento leste de ‘vento cultural’, porque quando ele sopra, apreendemos cientificamente como se sentem os camarões cozinhados ao bafo.
E, em todos os veraneios, acontece aquele dia perfeito: nenhum vento, mar tranquilo e transparente, o comentário geral é: “foi um dia de Santa Catarina, de Maceió, de Salvador” e outras bichices. Esse dia perfeito quase sempre acontece no meio da semana, quando quase ninguém está lá para aproveitar. Mas fala-se dele pelo resto do veraneio, pelo resto do ano, até o próximo verão.
Morram de inveja, esta é outra das coisas de gaúcho!
Atenta a essas questões, nossa indústria da construção civil, conhecida mundialmente por suas soluções criativas e inéditas, inventou um sistema maravilhoso que nos permite veranear no litoral a uma distância não inferior a quinhentos metros da areia e, na maioria dos casos, jamais ver o mar: os famosos condomínios fechados.
A coisa funciona assim: a construtora adquire uma imensa área de terra(areia), em geral a preço barato porque fica longe do mar, cerca tudo com um muro e, mal começa a primavera, gasta milhares de reais em anúncios na
mídia, comunicando que, finalmente agora você tem ao seu dispor o melhor estilo de veranear na praia: longe dela. Oferece terrenos de ponta a ponta, quanto mais longe da praia, mais caro é o terreno. Você vai lá e compra um.
Enquanto isso a construtora urbaniza o lugar: faz ruas, obras de saneamento, hidráulica, elétrica, salão de festas comunitário, piscina comunitária com águas térmicas, jardins e até lagos e lagoas artificiais onde coloca peixes para você pescar. Sem falar no ginásio de esportes, quadras de tênis, futebol, futebol-sete, se o lago for grande, uma lancha e um professor para você esquiar na água e todos os demais confortos de um condomínio fechado de Porto Alegre, além de um sistema de segurança quase, repito, quase invulnerável.
Feliz proprietário de um terreno, você agora tem que construir sua casa, obedecendo é claro ao plano-diretor do condomínio que abrange desde a altura do imóvel até o seu estilo.
O que fazemos nós, gaúchos, diante dessa fabulosa novidade? Aderimos, é claro.
Construímos as nossas casas que, de modo algum, podem ser inferiores às dos vizinhos, colocamos piscinas térmicas nos nossos terrenos para não precisar usar a comunitária, mobiliamos e equipamos a casa com o que tem de melhor, sobretudo na questão da tecnologia: internet, TV à cabo, plasma ou LCD, linhas telefônicas, enfim, veraneamos no litoral como se não tivéssemos saído da nossa casa na cidade.
Nossos veraneios costumam começar aí pela metade de janeiro e terminar aí
pela metade de fevereiro, depende de quando cai o Carnaval. Somos um povo trabalhador, não costumamos ficar parados nas nossas praias.
Vamos para lá nas sextas-feiras de tarde e voltamos de lá nos domingos ànoite. Quase todos na mesma hora, ida e volta.
É assim que, na sexta-feira, pelas quatro ou cinco da tarde, entramos no engarrafamento. Chegamos ao nosso condomínio lá pelas nove ou dez da noite. Usufruímos nosso novo estilo de veranear no sábado – manhã, tarde e noite e no domingo, quando fechamos a casa.
Adoramos o trabalhão que dá para abrir, arrumar e prover a casa na sexta de noite, e o mesmo trabalhão que dá no domingo de noite.
E nem vou contar quando, ao chegarmos, a geladeira estragou, o sistema elétrico pifou ou a empregada contratada para o fim-de-semana não veio.
Temos, aqui no Sul, uma expressão regional que vou revelar ao resto do
mundo: Graças a Deus que terminou esta bosta de veraneio
VERANEIO NO RIO GRANDE DO SUL
06/01/2010 por talanotalaveira
Paulo Wainberg
Para conhecimento nacional e reconhecimento regional:
Está chegando o verão e com ele o veraneio, como chamamos aqui no Sul.
Não sei se vocês, de outros Estados, sabem, mas temos o mais fantástico litoral do País: de Torres ao Chuí, uma linha reta, sem enseadas, baias, morros, reentrâncias ou recortes. Nada! Apenas uma linha reta, areia de um lado, o mar do outro. Torres, aliás, é um equívoco geográfico, contrário às nossas raízes farroupilhas e devia estar em Santa Catarina.
Característica nossa, não gostamos de intermediários.
Nosso veraneio consiste em pisar na areia, entrar no mar, sair do mar e pisar na areia. Nada de vistas deslumbrantes, vegetações verdejantes, montanhas e falésias, prainhas paradisíacas e outras frescuras cultivadas aí para cima. O mar gaúcho não é verde, não é azul, não é turquesa.
É marrom!
Cor de barro iodado, é excelente para a saúde e para a pele! E nossas ondas são constantes, nem pequenas nem gigantes, não servem para pegar jacaré ou furar onda. O solo do nosso mar é escorregadio, irregular, rico em buracos. Quem entra nele tem que se garantir.
Não vou falar em inconvenientes como as estradas engarrafadas, balneários hiper-lotados, supermercados abarrotados, falta de produtos, buzinaços de manhã de tarde e de noite, areia fervendo, crianças berrando, ruas esburacadas, tempestades e pele ardendo, porque protetor solar é coisa de fresco e em praia de gaúcho não tem sombra. Nem nos dias de chuva, quase sempre nos fins-de-semana, provocando o alegre, intermitente, reincidente e recorrente coaxar dos sapos e assustadoras revoadas de mariposas.
Dois ventos predominam, em nosso veraneio: o nordeste – também chamado de nordestão – e o sul, cuja origem é a Antártida.
O nordestão é vento com grife e estilo… estilo vendaval.
Chega levantando areia fina que bate em nosso corpo como milhões de mosquitos a nos pinicar. Quem entra no mar, ao sair rapidamente se transforma no – como chamamos com bom-humor – veranista à milanesa. A
propósito, provoca um fenômeno único no universo, fazendo com que o oceano se coloque em posição diagonal à areia: você entra na água bem aqui e quando sai, está a quase um quilômetro para sul. Essa distância é variável, relativa ao tempo que você permanecer dentro da água.
Outra coisa: nosso mar é pra macho!
Água gelada, vai congelando seus pés e termina nos cabelos. Se você prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos próximos quinze minutos sua respiração voltará ao normal: é o tempo que leva para recuperar-se do choque térmico.
Noventa por cento do nosso veraneio é agraciado pelo nordestão que, entre outras coisas, promove uma atividade esportiva praiana, inusitada e exclusiva do Sul: Caça ao guardassol. Guardassol, você sabe, é o antigo guarda-sol, espécie de guarda-chuva de lona, colorida de amarelo, verde, vermelho, cores de verão, enfim, cujo cabo tem uma ponta que você enterra na areia e depois senta embaixo, em pequenas cadeiras de alumínio que não
agüentam seu peso e se enterram na areia.
Chega o nordestão e… lá se vai o guardassol, voando alegremente pela orla e você correndo atrás. Ganha quem consegue pegá-lo antes de ele se cravar na perna de alguém ou desmanchar o castelo de areia que, há três horas, você está construindo com seu filho de cinco anos.
O vento sul, por sua vez, é menos espalhafatoso. Se você for para a praia de sobretudo, cachecol e meias de lã, mal perceberá que ele está soprando. É o vento ideal para se comprar milho verde e deixar a água fervente escorrer em suas mãos, para aquecê-las.
Raramente, mas acontece, somos brindados com o vento leste, aquele que vem diretamente do mar para a terra. Aqui no Sul, chamamos o vento leste de ‘vento cultural’, porque quando ele sopra, apreendemos cientificamente como se sentem os camarões cozinhados ao bafo.
E, em todos os veraneios, acontece aquele dia perfeito: nenhum vento, mar tranquilo e transparente, o comentário geral é: “foi um dia de Santa Catarina, de Maceió, de Salvador” e outras bichices. Esse dia perfeito quase sempre acontece no meio da semana, quando quase ninguém está lá para aproveitar. Mas fala-se dele pelo resto do veraneio, pelo resto do ano, até o próximo verão.
Morram de inveja, esta é outra das coisas de gaúcho!
Atenta a essas questões, nossa indústria da construção civil, conhecida mundialmente por suas soluções criativas e inéditas, inventou um sistema maravilhoso que nos permite veranear no litoral a uma distância não inferior a quinhentos metros da areia e, na maioria dos casos, jamais ver o mar: os famosos condomínios fechados.
A coisa funciona assim: a construtora adquire uma imensa área de terra(areia), em geral a preço barato porque fica longe do mar, cerca tudo com um muro e, mal começa a primavera, gasta milhares de reais em anúncios na
mídia, comunicando que, finalmente agora você tem ao seu dispor o melhor estilo de veranear na praia: longe dela. Oferece terrenos de ponta a ponta, quanto mais longe da praia, mais caro é o terreno. Você vai lá e compra um.
Enquanto isso a construtora urbaniza o lugar: faz ruas, obras de saneamento, hidráulica, elétrica, salão de festas comunitário, piscina comunitária com águas térmicas, jardins e até lagos e lagoas artificiais onde coloca peixes para você pescar. Sem falar no ginásio de esportes, quadras de tênis, futebol, futebol-sete, se o lago for grande, uma lancha e um professor para você esquiar na água e todos os demais confortos de um condomínio fechado de Porto Alegre, além de um sistema de segurança quase, repito, quase invulnerável.
Feliz proprietário de um terreno, você agora tem que construir sua casa, obedecendo é claro ao plano-diretor do condomínio que abrange desde a altura do imóvel até o seu estilo.
O que fazemos nós, gaúchos, diante dessa fabulosa novidade? Aderimos, é claro.
Construímos as nossas casas que, de modo algum, podem ser inferiores às dos vizinhos, colocamos piscinas térmicas nos nossos terrenos para não precisar usar a comunitária, mobiliamos e equipamos a casa com o que tem de melhor, sobretudo na questão da tecnologia: internet, TV à cabo, plasma ou LCD, linhas telefônicas, enfim, veraneamos no litoral como se não tivéssemos saído da nossa casa na cidade.
Nossos veraneios costumam começar aí pela metade de janeiro e terminar aí
pela metade de fevereiro, depende de quando cai o Carnaval. Somos um povo trabalhador, não costumamos ficar parados nas nossas praias.
Vamos para lá nas sextas-feiras de tarde e voltamos de lá nos domingos ànoite. Quase todos na mesma hora, ida e volta.
É assim que, na sexta-feira, pelas quatro ou cinco da tarde, entramos no engarrafamento. Chegamos ao nosso condomínio lá pelas nove ou dez da noite. Usufruímos nosso novo estilo de veranear no sábado – manhã, tarde e noite e no domingo, quando fechamos a casa.
Adoramos o trabalhão que dá para abrir, arrumar e prover a casa na sexta de noite, e o mesmo trabalhão que dá no domingo de noite.
E nem vou contar quando, ao chegarmos, a geladeira estragou, o sistema elétrico pifou ou a empregada contratada para o fim-de-semana não veio.
Temos, aqui no Sul, uma expressão regional que vou revelar ao resto do
mundo: Graças a Deus que terminou esta bosta de veraneio
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Brazilian Nuts
Texto de Stephan Figueiredo:
Fiz esse video todo todo original para a galera poder sentir um pouco mais próxima da realidade desse dia. Se estava animal nas imagens, imagina na praia, já dentro s'agua não queira nem imaginar.
Sei que no áudio do video há muitos palavras "fortes", só que não há como não dizer . E também vai me dizer que vc também não falou um quando viu essas ondas?
O Tamanho das ondas em pés!??!!? Sei lá, mais estava bem grande.
Parabéns a todos os que estavam na agua, a lista é grande!!!!!! Com certeza está faltando nome na lista, mais me mando que eu posto.
Carlos burle
Felipe Munga
Felipe Gordo Cesarano
Yan Guimarães
Ricardo dos Santos.
Stephan Figueiredo
Marco Giorge
Thiago Camarão
Jeronimo Vargas
Junior Faria
Jairo Lumertz
Igor Lumertz
Vini Fornari
Bruno Pena
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
SURF SESSIONS #2
Cheguei em santa dia 25 a tarde e o Rosa se encontrava flat 110% sem condições, mas a previsão era de melhoras. Nos 3 dias seguidos, um mar frio com meio metro consolidado proporcionando boas ondas e 2 banhos por dia. Um deles em plena virada de ano, praia lotada e somente eu o Skell (Pietro), meu tio e um amigo na água até escurecer! Alto astral no surfe .
Nos dias que seguiram nada de ondas, chegando a acabar com a minha pilha de surfar. Mas era prometido um swell forte de sul pros últimos dias. E ele veio, não tão forte como a previsão dizia mas com ondas de 1 metrão a 1,5m fortes, quebrando por todo o Rosa sul. Tentei um banho em Ibiraquera num dia pela manhã, estava maior que no Rosa sul mas a formação péssima. Em 2 horas de banho peguei 5 ondas, nenhuma delas boas. No mesmo dia, fim de tarde, o Rosa sul quebrando forte e fechadera foi a pedida. E valeu a pena. Crowd perdido na água e muita onda rolando! Depois disso a ondulação perdeu força, o vento não se decidia a foi-se as condições .
Uma coisa é certa, sempre rola alguma onda no ano novo, e o visual estava impecável com a lua cheia nos banhos de fim de tarde, feliz 2010 a todos e boas ondas !
Nos dias que seguiram nada de ondas, chegando a acabar com a minha pilha de surfar. Mas era prometido um swell forte de sul pros últimos dias. E ele veio, não tão forte como a previsão dizia mas com ondas de 1 metrão a 1,5m fortes, quebrando por todo o Rosa sul. Tentei um banho em Ibiraquera num dia pela manhã, estava maior que no Rosa sul mas a formação péssima. Em 2 horas de banho peguei 5 ondas, nenhuma delas boas. No mesmo dia, fim de tarde, o Rosa sul quebrando forte e fechadera foi a pedida. E valeu a pena. Crowd perdido na água e muita onda rolando! Depois disso a ondulação perdeu força, o vento não se decidia a foi-se as condições .
Uma coisa é certa, sempre rola alguma onda no ano novo, e o visual estava impecável com a lua cheia nos banhos de fim de tarde, feliz 2010 a todos e boas ondas !









































